Nossa, estava até agora pensando o que abordaria hoje para contar das minhas peripécias.
Pensei, pensei, pensei e como nada fluiu, resolvi escrever sobre esse fato.
O ser humano não é uma máquina de xerox. As idéias, a criatividade não surgem como se possuíssemos um botão copy, acionado para a reprodução de uma cópia.
E hoje foi exatamente o que ocorreu. Nada de interessante, nenhuma idéia boa.
Para não dizer que idéias não pairaram, resolvi escrever fatos impublicáveis em forma de fábula.
Diante do contexto, busquei Bernardo Guimarães, para tentar me auxiliar na empreitada de escrever sobre um romance entre um índio e a mulher branca, figuras que representariam bem os personagens ligados aos fatos impublicáveis que acima citei.
Só que me choquei, quando li o poema O Elixir do Pajé. Não é à toa que ele foi considerado pornográfico para época. Lendo-o após mais de 100 anos, tenho a mesma opinião. E olha que eu sou super aberta à expressões de idéias!!
Imagino algumas amigas minhas lendo o poema. Ficariam chocadas...Huummm.
Bem, para quem não tinha a menor inspiração, até que escrevi bastante.
Vou tentar achar uma fábula e um poema que descreva a diferença entre pessoas e culturas.
Chega por hoje!
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